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Poesias e músicas

sábado, 30 de setembro de 2017

Um pouco de erotismo

Anseios

No balanço eu afago
Ela  gosta, bambeia
Não esquiva, negocia, negaceia
Ela sobe ela desce
Contra ataca com uma tesoura
De pernas
Entrelaçadas entre meu corpo
Toma as rédeas
Nos enroscamos
Na ginga no balanço
Tato, boca mão afoita
Calma
Respiração entre cortada
Ela geme eu afago
Ela entrega o presente
Eu aceito beijo quente
Volúpia ardente
Faz da gente um só
Juntos em delírio
No atrito de corpos
Faísca
Atiça
Assanha
A chama quente do vulcão
Erupção, tesão
Orgasmo duplo
Eu acaricio seus cabelos
Ela adormece em meus braços

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Um pouco de sensualidade nos versos do poeta

Desejo 

Senti a prova desse beijo
Que no ardente desejo
Me envolveu
Eu e ela Ela e eu
A lua testemunha
A chama acendeu
Tesão floresceu
A mão percorrendo pelo corpo
Deslizando pelas curvas
Num momento sensual
Dois corpos se enroscando
Cumprindo esse ritual
É carinho é ternura é desejo
Iniciado por um doce beijo

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Samba merece respeito, faz parte das nossas Raizes

Se o Samba é de Raiz

Se o Samba é de raiz
Qual raiz tem meu samba

Meu samba não anda em Ré
Só Fá la em tom Maior
Meu samba traz
A força e a coragem
De quem luta pra melhor

Se o Samba é de raiz
Qual raiz tem meu samba

Meu samba é do pé do Morro
Meu samba é partido alto
Meu samba tem a força e o swing
De dona Edith do Prato

Se o Samba é de raiz
Qual raiz tem meu samba

Meu samba remete ao passado
Herança dos ancestrais
Meu samba pode ser canção
Ser samba de breque
E até muito mais

sábado, 20 de maio de 2017

Cordel

A impressora quebrada e o  pen drive desaparecido 

Vou lhe narrar um fato
Que se deu a pouco tempo
Tentarei ser detalhista 
Em todo meu argumento 
Para que você conheça
Todo o meu sofrimento 
E entenda a aflição 
Que senti naquele momento 
Por conta de um tal pen drive
E seu desaparecimento 

Escritor e cordelista
fazendo minha produção 
meu tormento começou
Na hora da impressão 
pois a minha impressora 
Não funcionava mais não 
Não puxava o sulfite 
E só fazia um barulhão 
Agora voces entendam
meu suplício e aflição 

Continuando essa prosa
desse pen drive sumido
Procurei por toda a casa
Sem nem encontrar vestígio 
Pensei em colar cartazes 
Do tal desaparecido 
Será que foi sequestrado 
Por um malvado bandido
Quem souber mande notícia 
Pra esse amargurado amigo

Não podendo eu trabalhar 
Com a impressora quebrada 
Resolvi assistir um filme
Na sala da minha casa
Mas o bendito pen drive
Esse ninguém encontrava
Procurei por todo o canto
E nem vestigio de nada
Sem contar o outro problema 
Da impressora quebrada

Minha mulher veio pra perto 
Tentando me acalmar
A mesma se prontificou 
A ajudar a procurar
Mas por mais que procurasse
Nada da gente  o encontrar
Sem contar o tec tec tetec tec
Da impressora a importunar
Um barulho muito chato
Chegando a me azucrinar 

A essa altura acreditem
Eu ja tinha desistido
Resolvi largar de mão 
O tal desaparecido 
Esse assunto do pen drive
Foi dado por esquecido
Pois rodei a casa toda 
E nada desse sumido
Melhor arquivar o assunto 
Um caso não resolvido

E foi então que. eu pensei
Em buscar paz e sossego
Pois perdi um dia inteiro 
Nesse meu desassossego 
sem o filme pra assistir
no meu lar meu aconchego 
Saboreando uma pipoca
E uma limonada com gelo
Fui mexer na impressora 
Recomeçou o meu tormento 

 Ai então meus camaradas
foi pior que a encomenda
Pois troquei quatro por três 
Espero que tu me entenda
E consiga me ajudar
Nessa mais nova contenda
Pra por fim nesse embaraço 
E resolver meu problema 
Um pen drive desaparecido 
E uma impressora capenga 

O dia foi se  terminando 
E a noite ja se chegava
Eu querendo ir trabalhar
E essa impressora nada
Não dava sinal de vida
Pra imprimir a papelada
Será que é caso pra reza
Em casa mal assombrada 
Ou o moleque Saci Pererê 
Aprontando uma presepada

Valei-me oh  meu protetor
Não me desampare agora
Se for casa assombrada 
Me retiro e vou embora 
Pois não quero por minha mão 
Nessa caixa de Pandora 
Vela branca e uma reza
Pra esse mal sair pra fora
Se for ser de outro mundo
Que se vire e vá se embora 

Depois de eu tanto mexer
Nessa dita impressora
Eu Mexia e revirava
E ela não ficava boa
Cansado desse enrosco
Que eu Tive uma ideia boa
Vou levar essa danada
Onde conserta impressora 
Então levei o aparelho 
Pra quem tivesse a mão boa 

Eu La chegando começou
De novo o meu desatino 
Mexe revira e mexe
Solta pino aperta pino
Nem o moço dava conta 
De resolver esse pepino
Ele mesmo ja estava
Entrando em desalinho
Sem resolver a peleja
Já Chorava igual menino

Foi depois de algum tempo
Que se deu por encerrado
Sem precisar de exorcismo 
Pra esse enrosco danado
Onde o assunto impressora
Foi resolvido e sanado 
Você pode até achar
Esse assunto engraçado 
Pois foi dentro da impressora
Que o pen drive foi achado.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Poesia infantil

Soneto do menino arteiro

Na floresta tem um menino
Que é mesmo muito arteiro
Tem uma perna só,usa um gorro vermelho

Gosta de fumo de corda
E é mesmo bem levado
Uma diversão pra ele ,é trançar crina de cavalo

Quem na mata for entrar
Dele não pode esquecer
Leve um pedaço de fumo
Para não se arrepender

Assim como a curupira
O seu dever é os animais proteger
Faz parte do nosso folclore

Seu nome é Saci Pererê.

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